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quarta-feira, 26 de julho de 2017

CHAPÉU PANAMÁ



Não sou um índice. Sou analfabeto
funcionário.  Operário do que
não sei.

Fruto do que nunca aprendi por
escolher a inquietude - amiúde.

Vivi nas margens, mas nunca
escorreguei nas beiras.

Nunca tive a vida por inteiro
por devorá-la aos pedaços.

Com os mesmos herméticos
cansaços...

Menestrel de incompreensões
com sandálias de couro cru e
chapéu Panamá.

Bah!

Andando como se anda quando
a busca é a própria estrada.

Mais nada!



Lau Siqueira

segunda-feira, 29 de maio de 2017

SONHAR ENTRE
AS PÉTALAS DO
TEU CORPO



Minha mão desliza
no teu corpo. Como se
fizesse reparos na
minha alma.

Montanhas e rios no
veludo dos teus seios.

Língua nativa que
desliza pelos poros
traduzindo linguagens
da tua inquietude.

Coração em transe.
Minha cocha entre
as tuas.

Segredos  do que
falo na lâmina afiada
dos teus lábios.

Volúpia da sede
que transborda entre
a lona e as cordas.


Sentidos aguçados
em fio da adaga.

Um corte de saliva
na tua vagina
que alaga.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Poemas ainda inéditos

GERMINAR

A memória
é uma espécie de cravo
ferrando a estranheza
das coisas.

Um pau rijo
esguichando sementes
nas valas alagadas
da pele.


Estilhaços no hálito
sedento das matilhas.
Onde o mundo é,
sobretudo, cão.

Chove.

Adormeço sonhando
com o dia que vai
nascer.



...

MANDALA



no percurso
da pressa
nada escapa
ao súbito

vento soprado
na primavera

(tão bela)   

esticando 
estrelas em
mandala

(tão mala)

...

O TEMPO


Para seguir
em frente nunca
é cedo.

Exato é o
trançado que
trocamos entre
os dedos.

Numa puta
vontade quase
medo.

...

SALIVA


bebi na tua boca
o tinto e seco manjar
da minha sede

(                               )

era mesmo tudo pele
nada ali era parede


...

MANICOMBO


o mundo continua
o mesmo e velho
hospício


janelas e portas
fechadas do fim
ao início

...

GRAVATARIA TROPICAL

O homem nos tribunais de cada
dia. A mulher também. Porém,
em inumerável menor número.

Ele na gravata. Ela no salto.

(A vida, na aparência, é o lugar
onde tudo sorri.)

A equivalência do salto com a
gravata. A abotoadura digital.
O perfume franco-chinês. Os
babados. Os clichês.

Os que buscam nos códigos
da justiça as leis do sangue
derramado...

Os donos da fome.
Os industriais da infâmia.
Os calhordas da nova ordem.

Os executores do estático
num mundo em movimento.

Os que mudam de lado conforme
a logística da conveniência. Os que
expelem pelas narinas uma agonia
vestida de tristeza.

                (E os que viram a mesa.)

Os que seguram o sopro e guardam
nuvens no bolso. Os que sustentam
as próprias tempestades.

Os que fazem da vida um trajeto
vertical e não se dão ao luxo de
parar diante de um infinito

                                    ponto final.

...

LETAL

aqueles seios bélicos
apontando seus bicos

(                                 )

pequenas torres
do desejo derretendo
em minha
boca 


...

AS LOUCEIRAS


mãos que passeiam
no barro 

              ternura
de quem busca
na perfeição
a perícia

beleza ao alcance
de quem a deseja

delícias no casco
mordaz do futuro

nos dias que virão
da louça que dobra

...

a partir das sobras


...


PRESENTE


futuro e passado
são palavras aladas

uma parece que é tudo
outra parece que é nada

já o presente
é este agora
que não cola

silêncio meu
que para falar

cala

...

SONATA

viver
é um verbo
tão denso
quente sólido
e absurdo

que parece
uma pedra

mas canta
e voa cheio
de ternura

...

STRIP


minha verdade
sempre tão hercúlea

perdeu argumentos

para uma mentira
sua

...

AS LÉGUAS DA TRISTEZA


Eu guardo lágrimas entretidas
num sorriso. São lágrimas que
suportam as dores. Mas, não
desejam retomar os caminhos
da tristeza.

Tenho lágrimas recorrentes
de águas cálidas. Doces
vertentes do que transborda.

Por isso morro dentro do que
por fora ri enquanto cicatriza.

Aprendi a domar as
tempestades. Relampejar
trovoadas.

(E às vezes choro
quando a vida sorri.)


...

TEMPORAL

nada mais puro
que pensamento
sem rumo

levando sempre
ao mesmo olhar

nunca visto


,,,

TANGO


ninguém te vê
com meus olhos

com meus braços
nenhum outro
abraço

tudo é tanto
e tão pouco

(que louco)

...

CAVALO MARINHO


a solidão é um corpo
a menos e uma pele
singular lapidando
os sentidos

por isso digo sim
e finjo que sou 
livre

como um cavalo
marinho querendo
voar

...

ESGRIMA


metade de mim
é um beco sem saída

caminho sem volta
traçado sem tropeços

lonjuras disfarçadas
desde o começo

......

AMOR


porque
sonhamos
juntos

não saberei
das palavras

e o silêncio 
sempre será

nosso melhor
discurso

...

( ABRE ASPAS


depois da última
estrela nada mais
existe

depois da última
escala no meio
do rio
         o voo
         da estaca

no que não exime 
da questão exata

ao que 
não se basta
no fio da faca

fecha aspas )

...

RUA DA AREIA


nem dia
nem noite

apenas luz
e sombra

)               (

colibris
e vampiros

bebendo a
última taça

...

FORA DO ESPELHO



essas lágrimas secas
recolhidas no olhar

meu triste samba meu
blues meu fado meu fardo

minha sede quando chuvas
não suportam esse rio que
transborda e seca

transborda e seca

vontade extremada
das abelhas que chupam
a invisibilidade da beleza
 
trapaça das dores e risos
no mesmo tanque

nem das trilhas cobertas
por onde a pressa dos pés
sangrados

...

nem tudo é trova
ou trovão 

apenas a vida no modo
cão-chupando-manga

                         (não manga)

...

ESTRANHAMENTO


quanto mais te vejo
em outras paisagens

mais meus olhos
somem do teu rosto

...

INCELENÇA


a morte tem passos lentos
e caminhos de nunca mais
voltar

ritmos quebrados
do zabumba
ao maracá

(tudo que há)

tinhosa voluptuosa
e calma

existe para ensinar
que a vida é maior
e viver é somente

 um sopro no ar


...
VARADOURO



essas casas tão antigas
legados da arquitetura
ao tempo

resistem às ruínas
como alegorias
desbotadas

passos sumidos
na pressa dos
esquecidos

a história tombada
sobre outra
              soterrada

onde o poeta caixa
d’água fez do poema
ladeira da borborema
seu porto final


...


DIVINA BUCETA

a palavra buceta tem
sonoridade centrada
no próprio sentido 

onde a língua escava
o gosto de gozar no
cheiro e na pulsação

não a chamaria jamais
de boceta - com esse
o do borogodó

a chamaria
e chamo
buceta

e só

com u
não com o

com uhhh
ohhhh

a palavra buceta
depilada de outros
significados

puro soul
com barbatanas

aguçando a mira
do gemido

engolindo os
significados
que falo

quando
a pronun
cio


...


MANOEL MONTEIRO

é sempre no extremo
que a vida se encontra
com a morte

jamais haverá
de ser triste
      
apenas dói

porque a tristeza
é outro dobrado

revela a verdade
em sol maior

a morte é um voo
que deixa marcas
profundas num céu
quase sempre
nublado

na coragem dum
pouso derradeiro

num efeito águia
manoel monteiro


...
ESCADA ROLANTE


distraída no shopping
praça da alfândega
em recife

a moça foi capturada
pelo poema

nem percebeu
o cheiro forte
da permanência

estatueta de lua
sobre o mangue


...

CENÁRIO DOLOSO


Depois da imagem
de um homem acorrentado
ao destino pelas ruas
do Crato,

um menino envelhecido
transformado em estatística
nos sinais de João Pessoa.


Depois de tantas esquinas
e tantas mãos estendidas
sem anéis e sem dedos...

Percebo que o mundo
mudou tanto que
permanece o mesmo.

 ...

DO EFÊMERO


da janela vejo que
o mundo se espalha
e espreguiça

a tarde brisa
num horizonte
lento

a vida vai cumprindo
suas estradas

            e mais nada

 ...

PIXO


no fim de tudo
nada está pronto

às vezes fico mudo
noutras vezes

fico tonto

...

OLHOS DE MERGULHO



Para voar só preciso de abismo. Me basta.
Porque no abismo meu plano de voo vai
do derradeiro impulso ao barro espalhado
do último pouso.

Para voar nunca me faltaram asas.
Ou mesmo braços esticados contra um céu
desfolhando o amanhecer. Nunca faltaram
impulsos nem senti qualquer desejo
de cortar os músculos.

Por isso escolhi um olhar estirado nos
horizontes. Como arapongas atravessando
o vale para destilar a primeira queda no
destino caça de qualquer predador.

Guardo o silêncio dos meus gestos no viés
do espelho. Recolhendo a trapaça das nuvens
e vestindo blusas blues. Para andar por aí tão
invisível e tão infinito quanto o pensamento...

Sem a servidão da certeza.

 ...

ORDEM
& PROMESSAS

noite ilustrada
verás que um filho
teu

não dorme
na calçada

...

...
memória destroçada
qualquer lembrança
é melhor que nada

...

...
sensação estranha
a solidão é uma lua
que me acompanha

...


é tempo de lama e bala
entre paris e mariana
há um silêncio que fala

...

...
subirei nas telhas
para ver garrincha
driblando estrelas

...

...
gourmet do estilo
o poema engordou
mais um quilo

...

prezada distração
o rádio está ligado
mas eu não

...

navegar é preciso
sem barco sem leme
sem mar nem juízo

...

liberdade vigiada
a sombra caminha
pela calçada

...


AS CORES DO TEU VESTIDO

O silêncio é uma fotografia.
Fala com seus traços. Com seus
vincos e com as pálpebras da tua
presença.

Deságua em palavras.
Mas continua
calado.

Numa intensidade muito além
do vazio. Do incêndio que se
espalha onde tudo é só segredo.

Respiro a tua imagem como um
segredo que guardo em silêncio.

No que a memória tatua. Nessa
doce tempestade só
minha e tua.







sexta-feira, 19 de maio de 2017



terça-feira, 9 de maio de 2017







domingo, 22 de novembro de 2015


memória destroçada
qualquer lembrança
é melhor que nada


Escrevi este poemicro no Faceboock,como escrevo tantos outros. Me surpreendeu o interesse da escritora Maria Valéria Resende, amiga querida, nascida em Santos-SP e moradora na Paraíba, como eu. Valéria colocou o poema no livro "Quarenta dias", vencedor do Prêmio Jabuti 2015. Não fosse a atenção de Valéria este texto estaria perdido para sempre na linha do tempo de uma rede social.
Viva Valéria!


é tempo de lama e bala

entre paris e mariana

há um silêncio que fala

Poemicro sobre o atentado em Paris e a tragédia em Mariana-MG.


sábado, 7 de novembro de 2015

CANÇÃO DE AMOR
AO SILÊNCIO



às vezes 
- nem sempre
 
(eu disse às vezes)

o silêncio diz tanto
diz tanto o silêncio

que meus cílios
solfejam 
silícios

e há música
no que transborda

às vezes o silêncio
é vento apressado
 
semear bravura 
antes do medo

atento ao tempo
escuto seu eco

mais cedo

(Lau Siqueira)


LANÇAMENTO - O lançamento do Livro Arbítrio que aconteceria em Aracaju hoje, dia 7, acontecerá no domingo, dia 8, a partir das 16h, no stand da Livraria Escariz, na Feira do Livro e da Leitura de Sergipe - FLISE 2015. Estaremos lá.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

CANÇÃO DE AMOR
ÀS TEMPESTADES


não sinto saudades
do que me faz falta
nem de ausência
que permanece

porque o mundo inteiro
desaba em tempestades
mas o sol sempre nasce

quando sinto saudades
reviro memórias e recolho
as melhores sementes

porque mesmo quando
tudo falta ainda há
o que brota

o que diante do sim
e do não

é cio 

não se permite
nem se esgota

(Lau Siqueira)

LANÇAMENTO EM ARACAJU - No próximo dia 7 o meu Livro Arbítrio estará chegando em Aracaju-SE. O lançamento acontecerá na I Feira da Leitura e do Livro de Sergipe, às 20 horas, no Estande da Livraria Escariz. Antes disso, haverá um lançamento triplo em Curitiba no Museu Guido Viaro, no próximo dia 24. Também às 20 horas. O Livro Arbítrio estará ao lado de Micrópolis, da paranaense Marília Kubota e Febre Terçã, da catarinense Vássia Silveira. Antes, no final do mês, tem o lançamento em Itabaiana-PB.


CÓDIGOS

o que há de ser dito

mesmo quando

impreciso



o que não é

viagem nem vício

o que nunca revela

o índice além do

indício


o que repete

o fim

desde o início


(Lau Siqueira)

domingo, 4 de outubro de 2015

RECEITA PARA AMAR
AS CIGARRAS
a liberdade é um rio
um peixe um vento
tem suas leis
seus códigos
aventuras inevitáveis
coisas que conjugam
a vida fora do ninho
no mais
nenhuma palavra escrita
nenhuma imposição de nada
custo nenhum ao sujeito
todavia
é preciso tolerar o disperso
mesmo quando verso
é preciso deixar
os chinelos na areia
um olho na babilônia
caminhar pela aldeia
saber que a lua
é inteira
mesmo quando meia
(Lau Siqueira)


MOÇAMBIQUE - Foi em Maputo que nasceu a antologia Arqueologia da Palavra e Anatomia da Língua, organizada pelo poeta Amosse Mucavale e que reúne poetas de todos os países de Língua Portuguesa. Ele teve a generosidade de me incluir. Agora retorno à Moçambique nas páginas da revista DEBATE. E assim, só aumenta minha vontade de conhecer Moçambique.

SOBRE A CRÍTICA DE AMADOR - O poeta Amador Ribeiro Neto é também crítico literário. Doutor em semiótica e professor da Universidade Federal da Paraíba. Sempre contundente e extremamente honesto, Amador é do tipo de crítico que não tem papas na língua. Elogia alguns poetas e faz restrições à outros. Na verdade, estamos nos ressentindo da falta de críticos. Os críticos nãoescrevem para que concordemos com eles. Os críticos escrevem para que nos apossemos das suas leituras. O ambiente literário é tão eivado de vaidades que as pessoas estranham quando algumas vozes desfavoráveis se levantam contra alguma produção desta imensa enxurrada de publicações que saem todo ano. Mas, o fato é que sem crítica contundente não teremos poesia contundente.

CERTA VEZ... Um certo poeta e editor sulista recebeu meu livro e me escreveu detonando. Era o livro Sem Meias Palavras, publicado pela Ideia em 2002. Respondi agradecendo, pois sua leitura me levaria a refletir melhor sobre a minha poesia. Para minha surpresa, o referido poeta publica um poema desse mesmo livro que ele disse que não valia nada, na sua prestigiada revista. Pior: publicou como "poema inédito", o que me faz supor que nem leu tanto assim meu livro. Daí eu reagi. Aceitei a crítica, mas não aceitei a publicação sem a minha autorização. Achei contraditória  a postura do cidadão, mas certamente que todas as críticas serão bem vindas. Me ajudarão, certamente, a redefinir meus processos.

UMA CENA INESQUECÍVEL - No dia 8 de setembro de 2015 cheguei no Café da Usina, na Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, com uma caixa de livros nas costas. em meia hora começaria a autografar meu Livro Arbítrio. Voltei pra casa sem a caixa, mas com apenas 41 dos 240 livros que estavam na caixa. A poesia é a minha mais agradável aventura.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Museu Guido Viaro,em Curitiba.

Lançamento do Livro Arbítrio em Curitiba 

No próximo dia 24 de outubro, a partir das 20 horas, o Museu Guido Viaro estará vestido de poesia. Nosso "Livro Arbítrio" estará chegando ao Paraná. Haverá um triplo lançamento dos livros "Micrópolis", de Marília Kubota, "Livro Arbítrio", de Lau Siqueira e "Febre Terçã", de Vássia Silveira. Três estilos diferentes. Três vozes distintas e consolidadas na poesia brasileira contemporânea. Uma experiência que, certamente, valerá a pena ser vivida. É a guerrilha de escrever poemas, publicar livros e mergulhar no mundo como se não houvesse amanhã.


NASCENTE
tudo que eu sei
se perde de mim
nunca alcança
os viveiros
da memória
se espalha sem medo
de perder o cerco
das margens
pois o que mistura
nunca perde a cor
tudo que eu sei
se perde no que
desconheço
despido de todas
as memórias
me permito beber
esse rio
imenso
e sempre nascente
(Lau Siqueira)

ARACAJÚ - No dia 7 de novembro o "Livro Arbítrio"  
chegará em Aracaju, na Feira do Livro de Sergipe. 


terça-feira, 15 de setembro de 2015

TANGO


ninguém te vê
com meus olhos

...
com meus braços
nenhum outro
abraço
tudo é tanto
e tão pouco
(que louco)
Em entrevista à conhecida jornalista gaúcha, Ivete Brandalise.
LANÇAMENTOS - Até o momento lancei o Livro Arbítrio em Porto Alegre (03/09), João Pessoa (08/09) e Campina Grande (11/09). Em termos de vendas, podemos considerar que a edição já foi paga. Na próxima sexta, 18 de setembro, o lançamento será em Olinda-PE, no Palácio dos Governadores, na abertura do evento Infinita Primavera, da Prefeitura Municipal. Em termos de divulgação, também podemos considerar que o Livro Arbítrio já cumpriu o seu papel, tendo sido objeto de atenção de jornais como Zero Hora, Correio do Povo, TV Itararé, Rádio Cultura FM, de Porto Alegre, Jornal da Paraíba, A União e outros veículos virtuais ou não. O Livro Arbítrio é uma coletânea de poemas escritos originalmente na linha do tempo do Facebook. Tal qual o poema "Tango", publicado acima.

OUTROS LANÇAMENTOS - Existem outros convites para lançamentos, porém ainda não agendados. Por exemplo, em São Paulo deverá acontecer na Casa das Rosas em dezembro. Em Curitiba e Florianópolis, provavelmente ainda em outubro ou novembro. Em Sapé, terra do grande Augusto dos Anjos, deverá acontecer em novembro. Existem ainda especulações para lançamentos em Boqueirão, durante a VI FLIBO, em Patos, Guarabira, Maceió, Aracaju e Fortaleza. Há tambpem a possibilidade de uma tarde de autógrafos na FLIPORTO, também em Pernambuco. No entanto, caso não aconteça mais nada, o que aconteceu até agora impulsiona minha alma.
Professores e alunos das escolas públicas de Campina Grande que desenvolvem um trabalho
magnífico na Biblioteca Comunitária do bairro Malvinas, no Mercado Público do bairro.